
Quem sabe o que se esconde atrás do nosso
dócil curvar?
Tudo é tão belo e tão alheio. E quanto mais belo,
mais alheio.
Mesmo que pareça o belo avaliação individual,
todos achamos (ou nos levam a achar) tudo tão belo e tão distante.
Como poderá circular o poder de aproximação das
coisas belas desse mundo?
Tudo que nos agrada (ou parece agradar)
é tão distante!
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