2 de setembro de 2010
25 de agosto de 2010
Despedida

Para mim chegastes inteira, sem aviso.
Para você a chegada é consequência da
viagem iniciada a anos.
Entrastes em meu peito sem pedir licença.
Te aceitei balbuciando coisas sem coerência.
Doei passagens aos gritos e botei os pés no chão.
Me lancei sob teus braços mas anseio salvação.
-É tarde deixe-me dormir.
e você fingi me deixar para depois voltar em
devaneios instigantes.
- É tarde, devo partir.
E você finge não ligar e volta sempre me
acusando de não ter tido precaução em
me revelar.
Eu desfaleço e você me acorda.
Eu acordo e você me "grita".
O que fiz para me querer tão próximo?
Tão dentro? Tão em cima?
- É tarde "turbilhão", devo partir. E você me diz que sim.
"Mas não me digas assim por entre beijos."
Não me digas me apertando contra teu peito.
- É tarde...
- É tarde... É tarde.
Para você a chegada é consequência da
viagem iniciada a anos.
Entrastes em meu peito sem pedir licença.
Te aceitei balbuciando coisas sem coerência.
Doei passagens aos gritos e botei os pés no chão.
Me lancei sob teus braços mas anseio salvação.
-É tarde deixe-me dormir.
e você fingi me deixar para depois voltar em
devaneios instigantes.
- É tarde, devo partir.
E você finge não ligar e volta sempre me
acusando de não ter tido precaução em
me revelar.
Eu desfaleço e você me acorda.
Eu acordo e você me "grita".
O que fiz para me querer tão próximo?
Tão dentro? Tão em cima?
- É tarde "turbilhão", devo partir. E você me diz que sim.
"Mas não me digas assim por entre beijos."
Não me digas me apertando contra teu peito.
- É tarde...
- É tarde... É tarde.
22 de agosto de 2010
Quantas perguntas

E se partir agora?
Será fascinio?
O que toma esse meu coração amargo?
Será admiração o que sinto agora?
Será desilusão? Que força é essa
que me afasta e me atrai?
Que desejo é esse de estar e não estar,
de amar e não querer amar,
de falar e não falar?
Onde andará meu coração
perdido?
Porque caminhos seguem meus pensamentos?
Perdido em loucuras profundas,
em confusões de desejo, amor e dor.
Tateando no escuro a procurar um caminho
de saudade e razão para guiar minhas atitudes.
Mas ... para quê tanta razão?
Será suficiente tentar manter o equilibrio?
Quantas perguntas sem resposta!
17 de agosto de 2010
Dura Pena
8 de julho de 2010
Frenética Rotina, Frenética

Sinto-me sugado pelo relacionamento diário,
sugado da tentativa constante dos ensinamentos e necessidades do prazer de realizar.
Minha auto-exigência mais parece um flagelo a me perseguir.
Quem sou eu para me arvorar
da posição de tutor maior das acções dos próximos?
Minha auto-crítica mais parece um flagelo a me perseguir.
Não! Nunca descansarei na tarefa de realizar e quando as coisas derem errado,
mesmo por motivos alheios,
haverá sempre uma voz me dizendo que falhei em não me antecipar.
Ah, velho amigo!
Há quanto não és guardião compreensivo de minha introspecção?
Há quanto não guarda meus antagonismos?
sugado da tentativa constante dos ensinamentos e necessidades do prazer de realizar.
Minha auto-exigência mais parece um flagelo a me perseguir.
Quem sou eu para me arvorar
da posição de tutor maior das acções dos próximos?
Minha auto-crítica mais parece um flagelo a me perseguir.
Não! Nunca descansarei na tarefa de realizar e quando as coisas derem errado,
mesmo por motivos alheios,
haverá sempre uma voz me dizendo que falhei em não me antecipar.
Ah, velho amigo!
Há quanto não és guardião compreensivo de minha introspecção?
Há quanto não guarda meus antagonismos?
6 de julho de 2010

Pela vida uma infinidade de pessoas nos cercam.
Cada uma delas deixa uma contribuição importante na construção da nossa pessoa.
Não importa se pelos erros ou acertos.
Pela vida todos nós participamos da construção do outro.
Se por um lado isso é difícil de percebermos...
Por outro, é improvável que se consiga negar.
24 de maio de 2010
Perde-se um HOMEM: Agiganta-se uma ALMA

Perde-se um HOMEM
Não careçam de procurá-lo
Antes busquem as estrelas
Busquem no céu que não é só isso ou em vossos olhos que não são só esses
Deixem a luz da lua acesa quando o fizerem. Cuidado para não tropeçar em sua própria ausência
Mas voem sabendo não serem pássaros e não esmoreçam por medo dos caminhos
Uma ALMA agiganta-se.
fiCA EM pAz dAMáRiO
Não careçam de procurá-lo
Antes busquem as estrelas
Busquem no céu que não é só isso ou em vossos olhos que não são só esses
Deixem a luz da lua acesa quando o fizerem. Cuidado para não tropeçar em sua própria ausência
Mas voem sabendo não serem pássaros e não esmoreçam por medo dos caminhos
Uma ALMA agiganta-se.
fiCA EM pAz dAMáRiO
23 de maio de 2010
Desejo, distância e poder

Quem sabe o que se esconde atrás do nosso
dócil curvar?
Tudo é tão belo e tão alheio. E quanto mais belo,
mais alheio.
Mesmo que pareça o belo avaliação individual,
todos achamos (ou nos levam a achar) tudo tão belo e tão distante.
Como poderá circular o poder de aproximação das
coisas belas desse mundo?
Tudo que nos agrada (ou parece agradar)
é tão distante!
10 de maio de 2010

Quem sabe o desejo de chorar não tenha me feito sorrir naquele momento inoportuno
Quem sabe tenha fitado a minha insônia
Como estaremos, nesse escuro, seguros dos nossos passos?
Como estarei sendo guiado por teus olhos?
Desculpe o meu mergulho profundo de metáforas imprecisas.
Nesse momento curvo-me em reverência
e na simplicidade da minha alma
deixo-te......
apenas...
Quem sabe tenha fitado a minha insônia
Como estaremos, nesse escuro, seguros dos nossos passos?
Como estarei sendo guiado por teus olhos?
Desculpe o meu mergulho profundo de metáforas imprecisas.
Nesse momento curvo-me em reverência
e na simplicidade da minha alma
deixo-te......
apenas...
...um beijo.
9 de maio de 2010
Recado

Ousei deixar um recado para mim mesmo!
Um recado que me lembrasse quem sou. Uma carta ao futuro para o caso de me esquecer!
Está frio lá fora e aqui dentro apenas o silêncio impiedoso, independente, como se vivesse a despeito do seu oposto!
Penso que alguém morre toda vez que nos calamos!
Diga-me pois, lhe direi!
Minta-me! Te amarei!
28 de abril de 2010
Prefiro escrever a lápis

O tosco grafite escorregando pela página,
O som! Ah, aquele som!
Me da um tipo de fome diferente.
Vontade de devorar a página, os espaços vazios!
O cheiro do papel, do lápis, da borracha,
da tinta da esferográfica!
As formas se compondo na folha. O caderno a esperar...
Pensando bem não devoramos espaços, páginas ou grafites.
Somos devorados por esses amigos que sugam tudo que podem
até desvanecermos em um sono profundo!
(14/03/04)
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