8 de julho de 2010

Frenética Rotina, Frenética


Sinto-me sugado pelo relacionamento diário,
sugado da tentativa constante dos ensinamentos e necessidades do prazer de realizar.
Minha auto-exigência mais parece um flagelo a me perseguir.
Quem sou eu para me arvorar
da posição de tutor maior das acções dos próximos?
Minha auto-crítica mais parece um flagelo a me perseguir.
Não! Nunca descansarei na tarefa de realizar e quando as coisas derem errado,
mesmo por motivos alheios,
haverá sempre uma voz me dizendo que falhei em não me antecipar.
Ah, velho amigo!
Há quanto não és guardião compreensivo de minha introspecção?
Há quanto não guarda meus antagonismos?

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